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    Barra Crachás

    5 de setembro de 2015

    ENFERMEIRAS PÁRA-QUEDISTAS RELATOS III

    Rosa Serra
    Alf.Enfª.Parqª


    As Nossas Queridas Enfermeiras Pára-quedistas
    As Primeiras mulheres portuguesas equiparadas a militares.



    Enfermeira Pára-quedista Maria Zulmira

    Agora o meu olhar vai para a Enfermeira Zulmira que esteve tanto tempo na
    Guiné e de quem, com certeza, muita gente conhece. Não me vou referir ao
    seu desempenho como enfermeira, mas apenas ao seu perfil humano e de
    certeza que todos concluirão como era ela como enfermeira pára-quedista.

    ENFERMEIRAS PÁRA-QUEDISTAS RELATOS IV

    Foto: © António Costa (2010). Direitos reservados
    Guiné - Região de Tombali - Cacine - Dezembro de
    1968 - A Ten Enf Pára-quedista Maria Ivone Reis e o Alf QP António
    José Pereira da Costa, posando para a "posteridade"...


    Camarada:
    Aqui vai uma foto da Ten Enf Para, (como ela escrevia, ) Ivone
    Reis. Foi já em Dezembro de 1968 quando estávamos ser rendidos pela
    CCaç 2445 (açoreanos).
    Nesse dia, vi a guerra do ar! Um Grupo de Combate da nossa unidade e a CCaç
    2445 completa, andavam ali para os lados de Cacoca a procurar o IN.

    4 de setembro de 2015

    ENFERMEIRAS PÁRA-QUEDISTAS RELATOS V


    Angola - Base de Negage - Agosto de 1961 - As enfermeiras
    pára-quedistas Arminda e Ivone, em missão de apoio no âmbito de uma
    operação na Serra da Canda


    Um antigo oficial pára-quedista,
    perfeitamente identificado perante mim, mas que prefere manter o
    anonimato, mandou-nos em 30 de Julho p.p., a seguinte mensagem:

    ENFERMEIRAS PÁRA-QUEDISTAS RELATOS VI

    Rosa Serra
    Alf.Enfª.Parqª




    Tenente Enfermeira Pára-quedista Maria Arminda em farda N.º 1 (Maio de 1967, aos 29 anos)

    Uma Maria, que apesar de ter trabalhado directamente com ela tão pouco tempo foi o suficiente para perceber as suas características como enfermeira, como companheira e como pessoa.

    É uma das seis Marias que não esconde o orgulho em ter pertencido ao grupo das primeiras mulheres pára-quedistas portuguesas, inseridas nas Forças Armadas e ainda hoje se agita quando vê uma boina verde à distância na cabeça de
    um militar.

    2 de setembro de 2015

    ENFERMEIRAS PÁRA-QUEDISTAS RELATOS VII

    EnfParaq.
    Rosa Serra

    Tancos, 2005 - Enfermeira Pára-quedista Ivone Reis


    Têm-me perguntado várias vezes pela Enfermeira Ivone. Sei também que já
    há um certo número de pessoas que sabem que ela não tem estado bem de
    saúde, por isso aqui estou eu para falar um pouco da primeira enfermeira
    pára-quedista que eu conheci.

    ANJOS CAÍDOS DO CÉU EM TEMPO DE GUERRA

    Entre 61 e 74, a Força Aérea recrutou 47 enfermeiras pára-quedistas, que servindo o regime desafiaram a tradição.
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    Céu Vidigal, Ivone Reis, Lurdes Rodrigues, Zulmira André, Arminda Pereira e o director do curso capitão Fausto Marques, no primeiro curso (1961)
    Enf.Paraq.Armindacentro

    Na manhã de Novembro de 1973, o Centro de Operações da Base 12, em Bissalanca (Guiné), recebe um pedido de evacuação de Catió. É destacado um avião DO-27 para efectuar a missão, com o furriel Ivo Mota e as enfermeiras pára-quedistas Giselda Pessoa e Natália Santos a bordo. Esta última, acabada de chegar à Guiné, acompanhava ainda as veteranas nas evacuações, para "ganhar calo".

    1 de setembro de 2015

    FIGURAS QUE MARCARAM AS TROPAS PÁRA-QUEDISTAS I

    HEITOR HAMILTON ALMENDRA
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    Nasceu em Zoio, concelho de Bragança, em 18/12/1932. Fez o Curso de Cavalaria na Escola do Exército (1951/1954), tendo sido promovido a alferes em 1955. Em 1960 era capitão, em 1965 era Major e em 1975 era graduado em General para desempenhar as funções de Comandante Chefe, adjunto das Forças Armadas, de Angola. Regressando do Ultramar foi promovido a Coronel de Cavalaria Pára-quedista em 1976 e a Brigadeiro Pára-quedista em 1980 que actualmente corresponde a Major General. Frequentou com aproveitamento diversos cursos e comandou várias unidades militares, nomeadamente a de Tancos, (1976/1977) e o Corpo de Tropas Pára-quedistas de 1977 a 1985, altura em que passou à situação de Reserva, a seu pedido. Teve papel decisivo e fundamental nos acontecimentos do 25 de Novembro, junto das tropas pára-quedistas revoltadas, conduzindo à rendição das mesmas, permitindo a consolidação da democracia.

    FIGURAS QUE MARCARAM AS TROPAS PÁRA-QUEDISTAS II

    RAFAEL FERREIRA DURÃO
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    Comandante do RCP 1974/1975  -  Nascido em 17 de Maio de 1931 em Setúbal, segundo filho do Major Ricardo Durão, por tradição familiar, em idade escolar ingressa no Colégio Militar e dali transita para a Escola do Exército , onde em 1951 conclui o curso de Cavalaria.
    Em 1955 com o posto de alferes voluntaria-se para o 1º curso de pára-quedismo militar, obtendo em Alcantarilla o brevet nº 11, sendo por isso um dos pioneiros pára-quedistas.
    Em 1961/63 com o posto de Capitão cumpre comissão em Angola como comandante de uma das CCP do recém-constituído BCP21.
    Em 6 de Março de 1964 em Lourenço Marques, já promovido a Major, toma posse como comandante do recém-constituído BCP31, unidade de elite da FAP que vai ser deslocada para o norte de Moçambique, a fim de efectuar patrulhas durante 9 meses junto à fronteira fluvial do Rovuma e na margem oriental do lago Niassa.